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49º Grupo Escoteiro Professor João Brazil

Blog EntryOct 2, '08 8:47 AM
for everyone
NÓS E AMARRAS 
Nó/Amarra Nó Direito
Utiliza-se para unir duas cordas da mesma espessura.
Nó/Amarra Nó Direito Alceado
Como o Nó Direito simples é utilizado para unir dois cabos da mesma espessura, porém possuí uma alça que desata o nó quando puxada. Geralmente é usado quando o nó direito não é permanente e precisará ser desfeito mais tarde.
Nó/Amarra Nó de Escota
Utiliza-se para unir duas cordas de diferente espessura.
Nó/Amarra Nó de Escota Alceado
Mesma utilidade do escota, só que mais fácil de desatar. é muito utilizado para prender bandeiras na adriça.
Nó/Amarra Nó de Correr
Serve para fazer uma alça corrediça em uma corda.
Nó/Amarra Nó em Oito
Utiliza-se para evitar o desfiamento da ponta de uma corda. Utilizado também por montanhistas para unir duas cordas (nó em oito duplo).
Nó/Amarra Volta da Ribeira
Utilizado para prender uma corda a um bastão (tronco, galhos, etc.) depois mante-la sob tensão.
Nó/Amarra Volta do Fiel
Nó inicial ou final de amarras. Não corre lateralmente e suporta bem a tensão. Permite amarrar a corda a um ponto fixo.
Nó/Amarra Volta do Fiel Duplo
Utilizado para amarrar cabos de retenção e espias.
Nó/Amarra Catau
Utiliza-se para reduzir o comprimento de uma corda sem cortá-la. Serve também para isolar alguma parte danificada da corda, sem deixá-la sob tensão.
Nó/Amarra Nó Aselha
é utilizado para fazer uma alça fixa no meio de um cabo.
Nó/Amarra Nó de Arnez
é utilizado para fazer uma alça fixa no meio de uma corda (sem utilizar as pontas).
Nó/Amarra Balso pelo Seio
Serve para fazer duas alças fixas do mesmo tamanho em uma corda.
Nó/Amarra Fateixa
Serve para prender um cabo a uma argola.
Nó/Amarra Lais de Guia
Utilizado para fazer uma alça fixa (e bastante segura) tendo em mãos apenas uma ponta da corda.
Nó/Amarra Nó de Pescador
Utilizado para unir linhas de pesca, cordas corrediças, delgadas, rígidas, cabos metálicos e até cabos de couro.
Nó/Amarra Volta Redonda com Cotes
Utilizado para prender uma corda a um bastão.
Nó/Amarra Volta do Salteador
Utilizado para prender uma corda a um bastão, com uma ponta fixa e outra que quando puxada desata o nó.
Nó/Amarra Moringa
O Nó de Moringa é utilizado para amarrar um cabo em um gargalo de garrafa ou jarro. é seguro e resistente.
Nó/Amarra Nó de Frade
Este Nó é usado para criar um tensor na corda. Pode servir para parar uma roldana ou auxiliar na subida de uma corda como nó de apoio. Também pode ser usado para a transmissão de código morse.
Nó/Amarra Enfardador
O Nó Enfardador permite ser sempre ajustado quando é necessário manter uma corda ou cabo sempre esticado. Numa falsa baiana, por exemplo, ao receber muito peso o cabo afrouxa, com este nó é possível estica-lo novamente com firmeza ser desfazer completamente o nó.
Nó/Amarra Falcaça
A falcaça é feita na ponta de um cabo evitando que ele comece a desmanchar com o uso e o tempo. Pode ser feita com linha grossa.
Nó/Amarra Cadeira de Bombeiro
é um nó simples e rápido de atar quando se precisa subir ou descer uma pessoa de uma árvore, barranco ou outro ponto. é seguro, porém mais utilizado em caso de emergência ou quando a altura não oferece grandes riscos. Para estes casos, existem cadeiras mais elaboradas e seguras.
Nó/Amarra Amarra Diagonal
Serve para aproximar e unir duas varas que se encontram formando um ângulo agudo. é menos usada que a Amarra Quadrada, mas é muito utilizada na construção de cavaletes de ponte, pórticos etc. Para começar usa-se a Volta da Ribeira apertando fortemente as duas peças, dão-se três voltas redondas em torno das varas no sentido dos ângulos, e em seguida, mais três voltas no sentido dos ângulos suplementares, arrematando-se com um anel de duas ou três voltas entre as peças (enforcamento) e uma Volta de Fiel para encerrar. Pode-se também encerrar unido a ponta final a inicial com um nó direito.
Nó/Amarra Amarra Quadrada
é usada para unir dois troncos ou varas mais ou menos em ângulo reto. O cabo deve medir aproximadamente setenta vezes o diâmetro da peça mais grossa. Começa-se com uma Volta de Fiel bem firme ou uma Volta da Ribeira. A ponta que sobre desse nó, deve ser torcida com o cabo para maior segurança ou utilizada para terminar a amarra unindo-se a ponta final com um nó direito. As toras ou varas são rodeadas por três voltas completas redondas entre as peças (enforcamento) concluindo-se com a Volta do Fiel na vara oposta ao que se deu o nó de início ou com o nó direito na extremidade inicial.
Nó/Amarra Amarra de Tripé
Esta amarra é usada para a construção de Tripés em acampamentos, afim de segurar lampiões ou servir como suporte para qualquer outro fim. A amarra de tripé é feita iniciando com uma volta da ribeira e passando alternadamente por cima e por baixo de cada uma das três varas, que devem estar colocadas lado a lado com uma pequena distância entre elas. A vara do meio deve estar colocada bem acima, afim de amarrar a sua extremidade inferior à extremidade superior das outras duas ao lado. Não é necessário o enforcamento nesta amarra, pois ao ajustar o tripé girando a vara do meio a amarra já sofre o "enforcamento" sendo suficientemente presa. Entretanto, em alguns casos o enforcamento pode ser feito, passando voltas entre as varas e finalizando com uma volta do fiel ou nó direito preso a extremidade inicial.
Nó/Amarra Amarra Paralela
Serve para unir duas varas colocadas paralelamente. Pode ser usada para apoiar ou até sustentar o outro bambu. Faz-se uma argola e dá-se voltas sobre ela e as duas varas como se estivesse falcaçando, terminando, também como uma falcaça, passando a ponta do cabo pela argola e puxando a outra extremidade para apertar. Finaliza-se com um nó direito unindo as duas extremidades.

 

SINAIS DE PISTA

Sinais de Pistas ajudam a deixar mensagens e avisos para outras pessoas que forem passar pelo local que você passou.

Sinais de Pista Início de pista
Sinais de Pista Siga nesta direção
Sinais de Pista Siga nesta direção 2 km
Sinais de Pista Volte ao local de partida
Sinais de Pista Perigo
Sinais de Pista Espere
Sinais de Pista Evitar
Sinais de Pista água não potável
Sinais de Pista Acampamento nesta direção
Sinais de Pista Siga rapidamente
Sinais de Pista Jogo começou
Sinais de Pista Objeto oculto nesta direção
Sinais de Pista Salte obstáculo
Sinais de Pista água Potável
Sinais de Pista Final de pista
Sinais de Pista Volte ao ponto de reunião
Sinais de Pista Objeto escondido a 2 passos
Sinais de Pista Voltei ao ponto de partida
Sinais de Pista Separamos 2 em uma direção e 3 em outra

 

CÓDIGO MORSE

O Código Morse foi idealizado em 1837 pelo cientista norte-americano Samuel Finley Breese Morse. Nesse sistema, as letras do alfabeto, os algarismos arábicos e os sinais de pontuação acham-se representados pela combinação adequada de dois tipos de sons ou sinais: um breve e um longo. Deste modo, é possível formar-se palavras e frases inteiras.

Letras:
A B C D
E F G H
I J K L
M N O P
Q R S T
U V W X
Y Z

Números:
0 1 2
3 4 5
6 7 8
9

Pontuação:
Ponto ( . ) Virgula ( , )
Dois pontos ( : ) Ponto e virgula ( ; )
Interrogação ( ? ) Exclamação ( ! )
Sinal de igual ( = ) Traço de fração ( / )
Porcentagem ( % )

Sinais de uso corrente:
Socorro ( SOS )
Atenção ( TTT )
Erro ( EEEEEEEE )
Recebido ( R )
Fim da mensagem ( AR )
Mensagem de Perigo ( DDD )
Sinal de urgencia ( XXX ) x 3

SEMÁFORA

O sinalização por semáfora é um meio de comunicação muito importante em um acampamento, excursão, no mar, etc. Ela é feita colocando seus braços em diferentes posições, é ainda mais fácil de aprender que o Código Morse. Aqui você faz as letras pondo seus braços em diferentes ângulos corretamente. O diagrama mostra os sinais como aparece ao "leitor". Pode parecer complicado nas imagens, porém quando tentamos verificamos como são simples.

A
B
C
D
E
F
G
H
I
J
K
L
M
N
O
P
Q
R
S
T
U
V
W
X
Y
Z
 

Bússola

        A bússola é o instrumento de orientação por excelência. Foi utilizada pelos navegantes italianos no século X, mas provavelmente foi inventada pelos chineses muito antes disso.

        O princípio de funcionamento de uma bússola é muito simples: uma agulha imantada apoiada sobre uma pequena haste e empilhada em um líquido especial (querosene ou xilene) aponta sempre a direção norte, sendo magneticamente atraída para esse pólo. No visor da bússola temos também a rosa dos ventos, para determinar a leitura com precisão.

  • Para utilizá-la:

        Logo que se toma a bússola e se destrava, o movimento brusco faz a agulha girar por alguns momentos, passando a oscilar de um lado para o outro, até firmar-se num mesmo ponto, apontando para o norte. Girando-a cuidadosamente, faz-se a parte imantada da agulha (pintada de azul) coincidir com o N do mostrador, delimitando assim com exatidão os quatro pontos cardeais, suas divisões e sub-divisões.

  • Para improvisar uma bússola:

        Pegue uma vasilha com água, corte um pequeno disco de uma rolha qualquer e transpasse aí um alfinete, após ter esfregado bem uma de suas pontas no cabelo. Colocando o disco na água, ele vai boiar, e o alfinete com a ponta imantada apontará para o Norte.

  • Leitura de mapas com a bússola:

        Os mapas, ou cartas, são um retrato fiel da região por eles representada, com todos os acidentes geográficos, rodovias, ferrovias, cidades, etc., e são projetados de acordo com os quatro pontos cardeais e com a escala de distâncias e medidas.

        Todas as palavras são impressas no mapa de acordo que a sua leitura coincida com os quatro pontos cardeais, isto é: À esquerda de cada palavra é W, a direita, E, acima N e abaixo S. Portanto, ao abrir um mapa, devemos primeiramente alinha-lo conforme nossa posição, verificando o N com a bússola, descontando a dmg e estabelecendo o N verdadeiro. Feito isso, viramos o mapa para o N, e estamos então na posição correta. Para seguirmos qualquer direção, basta visualizarmos a rota no terreno e colocarmo-nos em marcha.

Orientando-se pelo Sol

        Bem, mas é certo que nem todos nós tem dinheiro para ter uma bússola, porem em certas ocasiões nem precisamos, é verdade, a natureza foi-nos grata nesse ponto, ela criou um sistema de Orientação quase perfeito e muito simples, podendo ser aprendido por qualquer pessoa em quase todas as idades; é a Orientação pelo Sol.
        De madrugada, o sol aparece sempre do mesmo lado, ou seja, no nascente ou Leste. Ao entardecer, ele desaparece no lado oposto, ou seja, o poente ou Oeste.
        Veja como é feita, na prática, a Orientação pelo Sol:

        • estendemos o braço direito para o lado em que o Sol nasce, isto é, para o nascente ou Leste;
        • estendemos o braço esquerdo para o lado em que o Sol desaparece, isto é, para o poente ou Oeste;
        • à nossa frente fica o Norte;
        • às nossas costas fica o Sul.

        Observe a rosa dos ventos, encontrada em todos os mapas de regiões, nela estão indicados os principais pontos cardeais:


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